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Pastor J.Mauricio Vivendo o melhor de Deus

SEJA BEM VINDO AO MEU BLOG, ESPERO QUE OS POEMAS E AS MENSSAGENS, POSSAM AJUDA-LO A REFLETIR SOBRE SUA VIDA COM CRISTO.

Pastor qual a sua desculpa?

j.mauricio — 28-01-2010 GTM 1 @ 13:45
Sera que tem razão?
 
 

"Ah! esse povo aqui é duro demais. O povo da igreja que estou pastoreando tem o coração duro".
"Tenho presbíteros e diáconos mandões".
"Ah! se todos dessem o dízimo, como seria bom..."
"Aqui é assim mesmo, já tentamos de tudo, mas nada funcionou".
"O que mata na minha igreja é a frieza, o desânimo".
"Os crentes estão muito preocupados com as coisas materiais.
Não ligam para as coisas espirituais".

Essas são algumas razões que normalmente apresentamos para justificar nosso fracasso na igreja. E os pastores, o que é que dizem sobre si mesmos?

"Eu não tenho tempo! Tudo isso sobre pregar expositivamente, discipulado, é muito bonito, mas não tenho tempo. Estou ocupado com outras obrigações eclesiásticas".

"Na igreja dos outros funciona mas na minha não dá".
"O pastor anterior estragou tudo, agora não dá para fazer mais nada".
"O meu problema é que ganho pouco, não temos os recursos necessários".

Poderíamos acrescentar uma lista enorme de desculpas que vamos apresentando em relação à igreja e em relação a nós mesmos. Ficamos justificando, jogando a responsabilidade para um, para outro, sempre achando que o nosso caso é o mais difícil. Se outros estão tendo sucesso e porque têm as condições, recursos, meios, etc. Por causa disso muitos pastores vivem uma vida miserável, pulando de igreja em igreja até que o Senhor os chame para a glória. Observando a vida de muitos pastores, eu fiz esta oração: "Senhor, se é para ter uma vida miserável e um ministério cheio de lamentações, eu não quero ser pastor". Não podemos ser homens amargurados, em desespero, lamentando a nossa sorte e das igrejas em que trabalhamos.

A verdade é que na igreja existem muitos problemas. O livro de Malaquias trata dos problemas que existiam entre o povo de Israel e que, de certo modo, refletem os problemas que a igreja enfrenta atualmente.

Os problemas de uma igreja

A segunda divisão do livro de Malaquias vai de 2:10 a 4:6. Nesta parte do livro, o profeta se dirige ao povo. No verso 10, ele diz que havia deslealdade, intrigas, e fofocas entre o povo. Eles não estavam sendo fiéis à aliança feita com Deus (v. 11). Os princípios de Deus para o casamento não estavam sendo observados. Israel estava profanando a aliança feita com Deus. Havia hipocrisia entre o povo. Eles viviam uma vida hipócrita, mas mantinham a religião formal e vazia (v. 13 e 14). Havia problemas familiares, infidelidade conjugai, hipocrisia, fofoca, engano, mentira, indiferença, falta de seriedade para com Deus e Sua Palavra.

Não obstante tudo isso, o culto continuava, o cerimonial estava funcionando. É claro que não levavam o melhor cordeiro, mas sim o doente, o dilacerado, mas o fogo do altar continuava aceso. Esta era a filosofia deles: não importa a vida que levamos, nem o que fazemos, desde que o fogo do altar continue aceso está tudo bem.

Colocando isso na linguagem de hoje, podemos dizer que o coral continuava cantando todo domingo à noite, as classes da escola dominical estavam funcionando, havia relatórios, regimento interno, estatutos, organização para homens, mulheres, crianças, adolescentes, jovens, publicações de revistas e tudo mais que é "necessário" para uma igreja funcionar. Entretanto, não havia conteúdo, não havia seriedade para com Deus e Deus não estava satisfeito com tudo o que estava acontecendo.

Ah! havia mais um problema que estava me esquecendo: o povo não estava dando o dízimo. Talvez eles ouvissem apelos todos os domingos: "Vamos trazer os dízimos à casa do tesouro! Contribuam ainda hoje que o tesoureiro precisa fechar o relatório! Quem não está dando o dízimo é ladrão, e a Bíblia diz que ladrão não entra no reino do céu". Esses são alguns dos apelos dramáticos que se ouvem em nossas igrejas.

Mas, por que o povo estava nessa situação? Em 3:7, o profeta diz o seguinte: "Vós vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes". O problema estava justamente aí: o povo tinha se desviado da Palavra de Deus. E por que? Isso nos leva à segunda parte do nosso estudo, que é a primeira do livro: 2:1-2:9.

A causa dos problemas

Nesta primeira parte do livro, o profeta se dirige ao sacerdote, ao líder. Primeiro ao sacerdote, ao pastor, depois ao povo, à congregação.. Tudo começa com o líder. O povo estava numa situação desesperadora porque os sacerdotes não estavam levando a sério a Palavra de Deus. Os sacerdotes não estavam vivendo, não estavam praticando a Palavra e consequentemente não tinham autoridade para ensinar o povo. Havia culto, mas este era formal e vazio. Havia pregação, mas não havia conteúdo bíblico. O povo se desviou, porque o sacerdote se desviou primeiro: "Mas vós, sacerdotes, vos tendes desviado do caminho, e, por vossa instrução, tendes feito tropeçar a muitos" ( 2:8 ).

Essa é uma palavra dura para nós os pastores. A maioria das igrejas evangélicas perderam o seu objetivo, porque os pastores perderam o objetivo e os mestres dos pastores também perderam o objetivo. A máquina continua montada, funcionando. Quanto a isso não há problema. Temos, entretanto, que perguntar qual é o objetivo da igreja? Por que estamos aqui? O que Deus exige de nós os pastores? Para onde vamos?

Porque os sacerdotes tinham se desviado dos estatutos de Deus, alguns outros problemas surgiram. Eles não estavam honrando o nome de Deus (1:6). Ofereciam pão imundo sobre o altar (1:7). Ofereciam animal cego ou doente como sacrifício a Deus ( 1:8 ). Além de tudo isso, tinham uma péssima atitude (1:13) e eram parciais no aplicar a lei (2:9).

Com líderes dessa natureza, o que se esperaria do povo?

A causa do problema da igreja está com o pastor, mas a solução também está com ele. O líder colocado por Deus tem a responsabilidade de enfrentar os problemas e procurar solucioná-los. Esse foi o desafio colocado pelo profeta para os sacerdotes.

A maior barreira na evangelização do Brasil é a própria igreja evangélica. As pessoas estão com fome espiritual. Quando a mensagem de salvação é apresentada, elas aceitam. Mas depois disso vem o problema. Há tantos problemas entre os proprios obreiros que deveriam cuidar destes novos convertidos que a maioria deles não ficam na igreja,são obreiros brigando por posicões, titulos, criando divisões criticando a liderança que os novos convertidos ficam no meio deste tiroteio acabam tendo se decepcionando
com a igreja que deveria ser um lugar de alegria e esperança.
Muitas igrejas nem cumprimentam as pessoas que as visitam. As pessoas entram, saem e ninguém fala nada com elas. Os pastores, entretanto, têm, pela graça de Deus, a oportunidade de mudar a vida das igrejas. Mas, como mudar?

A solução dos problemas

A primeira coisa a fazer é reconhecer que a situação precisa ser mudada e suplicar a graça e misericórdia de Deus (1:9).

Em segundo lugar, precisamos mudar a atitude, o comportamento. Não adianta ficarmos justificando e dizendo que na minha igreja é difícil, que não consigo mudar, porque assim não vamos sair de onde estamos.

Em terceiro lugar, o profeta nos diz que precisamos voltar para a Palavra de Deus (2:4-6). Ele relembra a aliança feita com Levi e a bênção que estava com ele. Entretanto, os sacerdotes tinham se desviado. Quando digo voltar para a Palavra de Deus, estou dizendo estudá-la e pregá-la sistematicamente. Há pastores que têm um estoque de sermões. Quando estes acabam, eles mudam de igreja. Nunca estudam seriamente, nunca pregam novas mensagens. Outros enfatizam sempre a mesma doutrina. Paulo nos diz que ele ensinava todo o desígnio de Deus (Atos 20:27). Isso requer tempo e estudo. Quando a Palavra de Deus é ensinada de maneira que o povo entende e pode colocar em prática, as vidas são transformadas e os frutos aparecem. Não é preciso falar sobre dízimo toda semana. Ensine a Palavra sistematicamente porque quando as vidas são abençoadas as pessoas querem participar.

Não se preocupe se você começar a perder alguns membros da sua igreja. Alguns pastores não pregam sobre certos assuntos para não ofender ninguém. Mas um dos problemas dos sacerdotes é que eles eram parciais no aplicar a lei (2:9).

No cap. 2:8 e 9 está descrito o sacerdote que não tem a bênção de Deus. No versículo 7, Malaquias fala do sacerdote aprovado por Deus. Duas coisas são básicas neste texto: os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento e da sua boca os homens devem procurar a instrução. Tudo isso porque ele é mensageiro do Senhor.

Em quarto lugar, o pastor deve guardar o conhecimento de Deus. Guardar significa colocar em prática. Uma vez que praticamos a palavra temos autoridade para ensiná-la. Muitas vezes o povo não recebe a mensagem. Ele ouve meia hora de avisos e relatórios. Depois o pastor reforça alguns pontos da lição da escola dominical e assim passa o tempo. A noite geralmente é pregado um sermão evangelístico. E assim o povo fica sem alimento. Qual é o resultado disso? É o que estava acontecendo com o povo na época de Malaquias.

O profeta diz que se não tomarmos uma posição séria diante de Deus é melhor fechar as portas do templo e não acender em vão o fogo do altar (1:10). Se não há seriedade para comigo e a minha Palavra, diz o Senhor, não tenho prazer no pastor, nem no culto (1:10). Deus diz que amaldiçoaria as bênçãos (2:2), reprovaria a descendência e atiraria excremento nos seus rostos (2:2-3).

A verdade é que se nós os pastores não fizermos alguma coisa para mudar a situação da igreja evangélica brasileira. Deus vai usar algo para nos sacudir e nos acordar para a realidade.

Conclusão

Quero terminar deixando para mim e para você o desafio de transformar a situação das nossas igrejas. É tempo de acordarmos para a realidade que estamos vivendo. Lamentavelmente a preocupação de muitos pastores tem sido com estatutos, regimentos internos, tradições denominacionais, regrinhas, comissões que não levam a nada de útil e proveitoso. Certo pastor me disse uma vez: "Eu gasto 3/4 do meu tempo com coisas que não quero fazer e que não conduzem a nada". E é um pastor ativo e muito dinâmico nos chamados assuntos eclesiásticos. Mas está envolvido com reuniões, comissões. estudos meditãcão qque não tem tempo para pastorear. 

A mudança precisa ocorrer no homem que lidera. Tem que ser feita uma avaliação séria da vida. Quais são as prioridades do Reino de Deus? Quais são as prioridades da minha vida? Por que estou aqui? Quando essas perguntas são respondidas de forma honesta e coerente, mudanças acontecem. Em Efésios 4:11,12, Paulo diz que a função do pastor na igreja é equipar os santos para o ministério. Uma vez que o pastor assume essa função diante da igreja, as coisas começam a ser mudadas. O resultado disso será o crescimento da igreja em qualidade e quantidade.

O povo na época de Malaquias estava numa situação miserável. Tudo come çou porque os sacerdotes se desviaram do caminho. Entretanto, para Malaquias havia uma esperança. A situação poderia ser mudada. Essa é a palavra de esperança para nós os pastores. Pela graça do Senhor, podemos tornar as igrejas em igrejas vivas, dinâmicas e compromissadas com Deus e Sua Palavra.

 
25/01/2010

Avivamento urgente....

j.mauricio — 26-01-2010 GTM 1 @ 13:38

A vida da igreja no Novo Testamento foi marcada por uma dinâmica e compromisso que não vemos hoje em dia. Presenciamos gelo seco nos cultos, lutas de várias formas para atrair jovens em ringues dentro de igrejas, conversões espúrias que desonram a Cristo, oferecimento de libertações e vitórias que a Palavra não ensina. Tudo isso tem, mas não tem Jesus Cristo com seu poder para salvar o homem do pecado. Tem circo, mas não tem alegria no Espírito. Tem dança profética, mas não profecia. Tem atos proféticos, mas não profeta. Somente uma entrega absoluta de nós mesmos nas mãos do Espírito Santo poderá inverter o atual quadro da igreja. Cada vez que uma atrocidade é cometida por um neopetencostal, as igrejas históricas se fecham para tudo o que não podem definir. Colocam tudo o que Deus pode fazer dentro de uma camisa de força. Saiu disso, nada vale. Precisamos ver e entender que as atrocidades impetradas por pseudo-pastores desajustados emocionalmente e totalmente ignorantes da Palavra não são nossos balizadores, mas a Sua Palavra e aquilo que o Senhor vem operando na história. Precisamos de um avivamento. Precisamos de um soprar do Espírito Santo no meio da igreja do Senhor para que as cinzas sejam varridas para longe do salvos. Deus sempre, em momentos específicos, despertou sua igreja e a obra foi feita rapidamente. Em tempos específicos Deus sopra com seu Espírito e a igreja acorda, confessa pecados, multiplica-se em evangelismo e missões e sua presença se faz sentir de modo benfazejo. Tanto tradicionais como pentecostais admitem e aceitam que a igreja deve viver na dinâmica do Espírito Santo. Tanto pastores de igrejas históricas e de igrejas renovadas sabem que sem o agir do Espírito Santo tudo fica mecânico, difícil e sem brilho. Vejamos algumas considerações porque precisamos de um reavivamento.

1 – PORQUE A IGREJA PERDEU O FERVOR MISSIONÁRIO.

Cada ano que passa menos missionários são enviados para fora de nossas fronteiras e isso não mais nos incomoda. Cidades e regiões inteiras dentro de nossos estados e no mundo estão sem contato com o evangelho de Cristo. A igreja sofre de uma disfunção que poderíamos classificar de autofagia. Tem se alimentado de si mesma e está perdendo sua eficácia rapidamente. Já não consegue olhar para fora de si e ver que a seara está branca para ceifa. Somente trabalha para resolver seus problemas e isso tem satisfeito seus desejos. Já não se apresenta como a resposta para a perene pergunta de Deus: "Quem há de ir por nós?". O eis me aqui envia-me a mim é desconhecido de toda uma geração que cresce sem saber o que isso significa. Esta geração é autofágica. Devora-se a si mesma. Essa geração só pensa em dançar profeticamente, fazer atos proféticos, cura interior, batalha espiritual e em determinar as bênçãos de Deus. Esqueceu de levantar sua cabeça e ver que o mundo está indo de mal a pior. A resposta para as angústias e tragédias causadas pelo pecado está em Cristo e se Ele não for levado para cada ser humano, eles morrerão em seus pecados. A igreja não foi chamada para olhar para dentro de si mesma. Não foi chamada para se alimentar de si mesma. Israel foi chamado para fazer brilhar a luz de Deus. Israel deveria atrair as nações para Deus. Fracassou. A igreja foi chamada para ser a luz do mundo. Só que agora não deveria atrair, mas levar esta luz a todas as nações. Foi chamada para ser luz do mundo e uma luz acesa não se coloca debaixo de uma mesa, mas em cima para iluminar. No século XIX Deus enviou reavivamento no qual milhares de missionários foram enviados por todo o mundo. Poderia citar alguns: Jonatas Goforth (1859-1936) presbiteriano cheio do Espírito Santo trabalhou na China. Oswald Chambers (1874-1917) Batista cheio do Espírito Santo trabalhou no Japão e Egito. John Ryde (1865-1912) presbiteriano cheio do Espírito Santo trabalhou na Índia. Poderia discorrer sobre dezenas de outros, mas estes servem com bons exemplos. Sempre que o Espírito Santo sopra de forma peculiar a igreja sai de suas fronteiras e vê o mundo como seu campo de trabalho.

2 – PORQUE OS PÚLPITOS ESTÃO VAZIOS DA PALAVRA.



Precisamos de um avivamento porque os púlpitos estão vazios da Palavra. Hoje quase que exclusivamente só escutamos mensagens de auto-ajuda. Pregações sem o mínimo de conteúdo bíblico, mas que atendem as necessidades de um mercado ávido e consumidor de novidades como os atenienses nos dias de Paulo. Este tipo de pregação preenche o vazio gerado pelo pós-modernismo, onde os valores absolutos foram explodidos e a relativização tomou o centro. Não se prega Jesus e a cruz, mas prega-se sobre Jesus e a cruz. A verdadeira pregação não consiste falar algo sobre Jesus ou a cruz, mas falar incisivamente sobre Jesus e sua obra na cruz. Daí termos um contingente de cristãos ocos, light, vazios de tudo aquilo pode ser estrutura para enfrentar os embates da vida. Cristãos totalmente alienados da vida. Não se pratica mais o sermão expositivo. Os pastores têm medo de se defrontar com todo um livro da Bíblia. Sabem que terão dificuldades em explicar algumas passagens que são contra aquilo que vêem pregando há anos. Com isso a prática de um bom preparo para o sermão foi esquecida. Muitos pastores abrem a Bíblia na hora da pregação e pregam de qualquer jeito. Muitos criticam um bom preparo do sermão dizendo que a unção do Espírito Santo anula o esforço do preparo. Quero lembrar que a unção do Espírito Santo ajuda, fortalece e favorece aquele que se empenhou em extrair da Palavra aquilo de Deus quis falar. A unção do Espírito vivifica aquilo que foi apreendido e compreendido através de um esforço diligente. O Espírito Santo não abençoe ou vivifica a preguiça, a incompetência e a indolência. Um grande exemplo que temos é o de Jônatas Edwards. É tido como um dos maiores filósofos e teólogos da América do Norte. Viveu um grande avivamento por volta de 1737 e no meio desse avivamento pregava sermões puramente calvinistas. Enquanto vivenciava o avivamento nutria o povo com bons sermões fundamentados em princípios sadios, históricos e bíblicos. Não via incompatibilidade entre teologia, doutrina e unção do Espírito Santo.

Hoje em dia os “pseudos-apóstolos” pregam muito no Antigo Testamento e como são castrados mentalmente espiritualizam tudo e tentam aplicar para hoje. Forçam o texto a dizer aquilo que ele não diz e afirmam ser mensagem ungida para igreja. O povo de Deus está morrendo de anemia por falta de alimento sadio. Paulo queria todo homem maduro em Cristo. Os dons ministeriais na igreja foram dados para que todo cristão possa desenvolver seu ministério. Paulo aconselha Timóteo a pregar sobre todo conselho de Deus. Precisamos de um reavivamento para que os púlpitos voltem a florescer com e pela Palavra de Deus.

3 – PORQUE AS REUNIÕES DE ORAÇÃO ESTÃO VAZIAS.


O profeta Joel fez um alerta a Israel que vale para nossos dias. Falava do dia do Senhor e candentemente apelava ao povo para rasgarem seus corações e não suas vestes e disse mais: “tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembléia solene. Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai as crianças, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?”.

Muitos acham que orar é somente pedir, reclamar, importunar Deus com nossos pedidos. Orar também é pedir, buscar e interceder, mas, além disso, é muito mais. Para mim orar é buscar intimidade com Deus. É se achegar ao Pai e aprender dele no sossego do nosso lugar secreto. Quem ama busca a companhia do amado. Temos um texto no sermão da montanha que me é muito especial. Está em Mateus 6:6 “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. A construção no grego é fantástica. Ela diz assim: “Mas tu, quando orares, entra em teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto;e teu Pai, que já está lá te esperando, te recompensará publicamente”. A idéia é que Deus já está nos esperando para aqueles momentos de comunhão, intimidade e relacionamento. Conta-se de G. Campbell Morgan, ministro inglês, esperava um pastor de outro país. Morgam disse à sua governanta para interrompê-lo quando o visitante chegasse. Ele entrou em seu escritório para orar às 7:00h e quando foi às 10:00h chegou o visitante. Sua governanta foi ao escritório chamá-lo, mas antes resolveu olhar pela fechadura para ver o que sucedia. O Dr. Morgan terminou de orar às 14:00 h e saindo do seu escritório perguntou sobre o visitante. Soube que ele já havia almoçado e o aguardava na sala. Irritado indagou porque não havia sido chamado na hora que o visitante chegara. A governanta lhe disse: às 10:00 h ele chegou. Fui avisá-lo, mas quando vi o Sr ajoelhado orando e seu rosto brilhando, não pude interrompê-lo. Sua comunhão com Deus era demais para ser interrompida. Falei com o visitante e ele compreendeu perfeitamente.

Quando entramos em comunhão com Deus parece que o tempo deixa de ser contado. Não percebemos que oramos tantas horas. A igreja não sabe o que é buscar Deus somente pelo prazer de ter comunhão com ele. Aprendeu que orar é somente pedir. Precisamos de um avivamento para que nosso povo volte a orar. Volte a clamar por um mundo perdido. Para que nosso povo e ministros do altar chorem por uma visitação do Senhor. Os tempos são maus. As angústias aumentam. Sem oração tudo fica mais difícil.

A história mostra que antes dos avivamentos acontecidos houve um movimento de oração por parte da igreja. As vezes meses ou anos de oração antecederam os avivamentos. Mas quando chegou regiões e países inteiros foram despertados. Conversões verdadeiras aconteceram aos milhares. Igrejas foram cheias rapidamente por pessoas desejosas de um encontro com Cristo. Hábitos foram mudados e o temor do Senhor estava em toda parte. Os cultos duravam 4, 6 ou 8 horas ininterruptas.

4 – PORQUE MUITAS CONVERSÕES SE MOSTRAM ESPÚRIAS.

No Brasil têm acontecido conversões de pessoas famosas. Deus salva em qualquer esfera social. Louvamos a Deus pelas conversões verdadeiras. Mas algumas personalidades quando entram para igreja logo são jogadas na arena gospel e viram espetáculos. Sem nenhuma base doutrinária são consagradas pastores, como o caso do cantor Lázaro. Isso que fizeram com este cantor foi covardia. Mas algumas estrelas da mídia ao se converterem não demonstram mudança de vida. Descaradamente se dizem evangélicas e continuam sem mostrar arrependimento. Quando falam de seus passados não se envergonham de nada. Uma ex-atriz pornô que se diz convertida, disse não se envergonhar de seus filmes pornográficos. Outra manteve um caso com um presidiário do antigo Carandiru, tendo filhos com ele e dizendo-se cristã. Outra se deixou fotografar para revista masculina e quando foi interpelada sobre este novo trabalho fotográfico, pois era evangélica, disse que quem não quisesse ver estrelas que não olhasse para o céu.


Um evangelho desprovido de arrependimento e da cruz não poder gerar conversões genuínas. Um evangelho onde Cristo não é o Senhor só pode gerar conversões espúrias e difamatórias. Muitos confundem freqüentar igreja com conversão. As igrejas estão cheias de pessoas que irão para a perdição eterna. Mas os líderes querem seus ambientes lotados, seus gazofilácios cheios e muito movimento. Não mais importam se seus ouvintes são salvos ou não.

Precisamos de reavivamento para que as conversões se tornem em testemunhos brilhantes de mudanças de vidas. Conversões que apontem para suficiente graça de Deus. Conversões que honrem Jesus Cristo como Senhor de suas vidas.

5 – PORQUE A IGREJA FOI TRANSFORMADA EM MERCADO GOSPEL.

Querem transformar a igreja e um grande mercado. Criaram ou adaptaram o termo gospel para segmentar os evangélicos. Tudo hoje é gospel. Nunca houve na história da igreja tamanha banalização do sagrado como agora. Temos espaços gospel nas igrejas para vendas de produtos. Já não incomoda mais o lugar de culto também ser lugar de comércio. A ganância venceu o temor e a reverência. Cantores gospel dão shows. Agem como se fossem artistas mundanos. Cobram valores astronômicos para se apresentarem como se fossem especiais demais. Ficam milionários usando descabidamente o nome de Deus, cantando aquilo que deveria ser louvor a Deus. São nojentos e intragáveis a maioria desses cantores gospel. Suas músicas são afronta à glória de Deus. . As letras são ordinárias e ridículas. Ouvir causa náuseas em qualquer um. Suas posturas envergonham tudo o que é sagrado. Fico pensando: 1 – a vida que possuem vem de Deus. 2 – os talentos que apresentam vêem de Deus. 3 – as oportunidades são de Deus. 4 – os temas que abordam falam sobre Deus. No entanto, vendem tudo isso como se fosse deles. Barganham com tudo aquilo que receberam de Deus para seus próprios benefícios. Enriquecem-se rapidamente com aquilo que não lhes pertence e no final dizem que o Senhor os levantou como geração profética de adoradores. Que fazem tudo para glória de Deus. Precisamos de avivamento para que os pecados sejam confessados e abandonados no meio evangélico. Que a glória que pertence a Deus seja tributada somente a Ele. O que importa que Ele cresça e que eu diminua.


Há uma canção evangélica chamada Meu Tributo. Ela diz mais ou menos assim: “e se surgir um louvor ao Calvário seja sim”. Que verdade maravilhosa! Pena que foi esquecida. Para os cantores gospel os louvores surgem e eles ficam com ele, não os levam para o Calvário. O exemplo mais irritante disso é o chamado troféu talento. Essa idéia é mundana, perversa e nociva à igreja. Os agraciados recebem suas premiações, aplausos, louvores. Vivem seus 5 minutos de astros e com a maior “humildade” dizem que a glória é de Deus. Se a glória fosse para Deus nunca iriam lá receber troféu nenhum. Fico imaginando um troféu talento para pregadores do Novo Testamento. Apóstolo Paulo, destaque entre os apóstolos. Pedro, revelação na evangelização entre os judeus. Timóteo, jovem revelação como pastor. Revelação Dupla missionária, Paulo e Silas. Ridículo isso. Ainda bem que é só imaginação.

Hoje promovem turismo em grandes navios para evangélicos. Roupas para evangélicos. Água evangélica e essa onda não tem mais onde parar. Precisamos de reavivamento para a igreja deixar de ser mercado e voltar a ser corpo. Avivamento para que haja repulsa contra essa mundanização crescente no meio evangélico.

Tenho orado para chegue o avivamento. Para que o Senhor torne a visitar sua igreja e a faça acordar de seu sono letárgico. Oro para que as lideranças se conscientizem que não são donos das igrejas, mas pastores, servos e modelos para os cristãos.

Deus é Senhor de tudo. Com certeza Ele agirá.

ESTOU CANSADO

j.mauricio — 26-01-2010 GTM 1 @ 13:37

Estou cansado!



Cansei! Entendo que o mundo evangélico não admite que um pastor confesse o seu cansaço. Conheço as várias passagens da Bíblia que prometem restaurar os trôpegos. Compreendo que o profeta Isaías ensina que Deus restaura as forças do que não tem nenhum vigor. Também estou informado de que Jesus dá alívio para os cansados. Por isso, já me preparo para as censuras dos que se escandalizarem com a minha confissão e me considerarem um derrotista. Contudo, não consigo dissimular: eu me acho exausto.

Não, não me afadiguei com Deus ou com minha vocação. Continuo entusiasmado pelo que faço; amo o meu Deus, bem como minha família e amigos. Permaneço esperançoso. Minha fadiga nasce de outras fontes.

Canso com o discurso repetitivo e absurdo dos que mercadejam a Palavra de Deus. Já não agüento mais que se usem versículos tirados do Antigo Testamento e que se aplicavam a Israel para vender ilusões aos que lotam as igrejas em busca de alívio. Essa possibilidade mágica de reverter uma realidade cruel me deixa arrasado porque sei que é uma propaganda enganosa. Cansei com os programas de rádio em que os pastores não anunciam mais os conteúdos do evangelho; gastam o tempo alardeando as virtudes de suas próprias instituições. Causa tédio tomar conhecimento das infinitas campanhas e correntes de oração; todas visando exclusivamente encher os seus templos. Considero os amuletos evangélicos horríveis. Cansei de ter de explicar que há uma diferença brutal entre a fé bíblica e as crendices supersticiosas.

Canso com a leitura simplista que algumas correntes evangélicas fazem da realidade. Sinto-me triste quando percebo que a injustiça social é vista como uma conspiração satânica, e não como fruto de uma construção social perversa. Não consideram os séculos de preconceitos nem que existe uma economia perversa privilegiando as elites há séculos. Não agüento mais cultos de amarrar demônios ou de desfazer as maldições que pairam sobre o Brasil e o mundo.

Canso com a repetição enfadonha das teologias sem criatividade nem riqueza poética. Sinto pena dos teólogos que se contentam em reproduzir o que outros escreveram há séculos. Presos às molduras de suas escolas teológicas, não conseguem admitir que haja outros ângulos de leitura das Escrituras. Convivem com uma teologia pronta. Não enxergam sua pobreza porque acreditam que basta aprofundarem um conhecimento “científico” da Bíblia e desvendarão os mistérios de Deus. A aridez fundamentalista exaure as minhas forças.

Canso com os estereótipos pentecostais. Como é doloroso observá-los: sem uma visitação nova do Espírito Santo, buscam criar ambientes espirituais com gritos e manifestações emocionais. Não há nada mais desolador que um culto pentecostal com uma coreografia preservada, mas sem vitalidade espiritual. Cansei, inclusive, de ouvir piadas contadas pelos próprios pentecostais sobre os dons espirituais.

Cansei de ouvir relatos sobre evangelistas estrangeiros que vêm ao Brasil para soprar sobre as multidões. Fico abatido com eles porque sei que provocam que as pessoas “caiam sob o poder de Deus” para tirar fotografias ou gravar os acontecimentos e depois levantar fortunas em seus países de origem.

Canso com as perguntas que me fazem sobre a conduta cristã e o legalismo. Recebo todos os dias várias mensagens eletrônicas de gente me perguntando se pode beber vinho, usar “piercing”, fazer tatuagem, se tratar com acupuntura etc., etc. A lista é enorme e parece inexaurível. Canso com essa mentalidade pequena, que não sai das questiúnculas, que não concebe um exercício religioso mais nobre; que não pensa em grandes temas. Canso com gente que precisa de cabrestos, que não sabe ser livre e não consegue caminhar com princípios. Acho intolerável conviver com aqueles que se acomodam com uma existência sob o domínio da lei e não do amor.

Canso com os livros evangélicos traduzidos para o português. Não tanto pelas traduções mal feitas, tampouco pelos exemplos tirados do golfe ou do basebol, que nada têm a ver com a nossa realidade. Canso com os pacotes prontos e com o pragmatismo. Já não agüento mais livros com dez leis ou vinte e um passos para qualquer coisa. Não consigo entender como uma igreja tão vibrante como a brasileira precisa copiar os exemplos lá do norte, onde a abundância é tanta que os profetas denunciam o pecado da complacência entre os crentes. Cansei de ter de opinar se concordo ou não com um novo modelo de crescimento de igreja copiado e que vem sendo adotado no Brasil.

Canso com a falta de beleza artística dos evangélicos. Há pouco compareci a um show de música evangélica só para sair arrasado. A musicalidade era medíocre, a poesia sofrível e, pior, percebia-se o interesse comercial por trás do evento. Quão diferente do dia em que me sentei na Sala São Paulo para ouvir a música que Johann Sebastian Bach (1685-1750) compôs sobre os últimos capítulos do Evangelho de São João. Sob a batuta do maestro, subimos o Gólgota. A sala se encheu de um encanto mágico já nos primeiros acordes; fechei os olhos e me senti em um templo. O maestro era um sacerdote e nós, a platéia, uma assembléia de adoradores. Não consegui conter minhas lágrimas nos movimentos dos violinos, dos oboés e das trompas. Aquela beleza não era deste mundo. Envoltos em mistério, transcendíamos a mecânica da vida e nos transportávamos para onde Deus habita. Minhas lágrimas naquele momento também vinham com pesar pelo distanciamento estético da atual cultura evangélica, contente com tão pouca beleza.

Canso de explicar que nem todos os pastores são gananciosos e que as igrejas não existem para enriquecer sua liderança. Cansei de ter de dar satisfações todas as vezes que faço qualquer negócio em nome da igreja. Tenho de provar que nossa igreja não tem título protestado em cartório, que não é rica, e que vivemos com um orçamento apertado. Não há nada mais desgastante do que ser obrigado a explanar para parentes ou amigos não evangélicos que aquele último escândalo do jornal não representa a grande maioria dos pastores que vivem dignamente.

Canso com as vaidades religiosas. É fatigante observar os líderes que adoram cargos, posições e títulos. Desdenho os conchavos políticos que possibilitam eleições para os altos escalões denominacionais. Cansei com as vaidades acadêmicas e com os mestrados e doutorados que apenas enriquecem os currículos e geram uma soberba tola. Não suporto ouvir que mais um se auto-intitulou apóstolo.

Sei que estou cansado, entretanto, não permitirei que o meu cansaço me torne um cínico. Decidi lutar para não atrofiar o meu coração.

Por isso, opto por não participar de uma máquina religiosa que fabrica ícones. Não brigarei pelos primeiros lugares nas festas solenes patrocinadas por gente importante. Jamais oferecerei meu nome para compor a lista dos preletores de qualquer conferência. Abro mão de querer adornar meu nome com títulos de qualquer espécie. Não desejo ganhar aplausos de auditórios famosos.

Buscarei o convívio dos pequenos grupos, priorizarei fazer minhas refeições com os amigos mais queridos. Meu refúgio será ao lado de pessoas simples, pois quero aprender a valorizar os momentos despretensiosos da vida. Lerei mais poesia para entender a alma humana, mais romances para continuar sonhando e muita boa música para tornar a vida mais bonita. Desejo meditar outras vezes diante do pôr-do-sol para, em silêncio, agradecer a Deus por sua fidelidade. Quero voltar a orar no secreto do meu quarto e a ler as Escrituras como uma carta de amor de meu Pai.

Pode ser que outros estejam tão cansados quanto eu. Se é o seu caso, convido-o então a mudar a sua agenda; romper com as estruturas religiosas que sugam suas energias; voltar ao primeiro amor. Jesus afirmou que não adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma. Ainda há tempo de salvar a nossa.

O TRONO É LOGO ALI

j.mauricio — 23-12-2009 GTM 1 @ 00:18

Muitas pessoas nunca descobrem o caminho à presença da Majestade, porque se entregam aos rituais, aos dogmas, aos cerimoniais, e se esquecem de alguns pequenos, mas fundamentais, detalhes do relacionamento com Deus.

Deus é Espírito e importa que os que o adoram, o façam em espírito e em verdade, diz a Escritura Sagrada.

Quantos são que vão aos cultos e não prestam culto.
Se fazem presentes, mas não estão lá.
Estão, de corpo presente, diante do Todo-Poderoso, mas o coração, o espírito, está vagueando em outras plagas, a mente passeando pelos caminhos mais distantes e não há como o Espírito Santo se manifestar a essas pessoas.

Em espírito, pelo Espírito... assim é o culto verdadeiro.

É preciso se despojar, se despir do "corpo desta carne", para conseguir e poder se apresentar diante de Deus.

Tem que arrancar a máscara carnal e caminhar até o "Santíssimo" escondido em Jesus, refletindo Jesus, porque Jesus é que é o Sacrifício de louvor perfeito.

Jesus é o cheiro suave para Deus.

Jesus é a Adoração Verdadeira.

Eu tenho que me esconder nEle pra chegar até Ele.

E não há nenhuma dubiedade ou contradição nisto.

TUDO foi feito por Ele, para Ele, através dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez.

Temos que apresentar o nosso louvor e a nossa adoração EM JESUS!

Ele É TUDO! Ele é o Começo e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro, o Alfa e o Ômega, a Estrela Dalva, a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales, o Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores, o Nome acima de todo nome, a Majestade das majestades, o Senhor do Universo, Criador e Sustentador de todas as coisas, Ser Preexistente e que Si Mesmo Se Basta...

Aleluias!

É é sabendo Quem Ele é, diante de Quem eu quero chegar, Quem eu vou louvar e adorar... que eu tenho que ter ousadia pra entrar no Santíssimo, no Esconderijo do Altíssimo.

Isso é adoração verdadeira!
Isso é em espírito e em verdade!
Isso é adoração no Espírito!

O Trono é logo ali!!!

É só chegar e se derramar diante do Doce e Santo Soberano Eterno.
E ajoelhar o coração diante dEle.
Sem muito ritual.
Sem muita técnica.
Sem máscara.
Sem pele. Sem couro.
Rasgado, despido e aberto totalmente a Ele.
Apaixonadamente prostrado aos pés do noivo.
Pelo Espírito.

Em Jesus.

Em espírito e em verdade!!!!

A CRUZ PELA CELEBRIDADE

j.mauricio — 23-12-2009 GTM 1 @ 00:10

A CRUZ PELA CELEBRIDADE

              “E subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos e, no caminho, disse-lhes: Eis que vamos para Jerusalém, e o filho do homem será entregue aos principais dos sacerdotes e escribas, e condenar-lo-ão à morte. E o entregarão aos gentios para que dele se escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará. Então se aproximou dele à mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o e fazendo-lhe um pedido. E Ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: dize que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino” (Mat.20:17a21)             Jesus enfrentava suas últimas horas de vida. Sobre seus ombros pesavam a dor e a angústia que daí a pouco sofreria no Gólgota. Eram instantes de profunda reflexão e intenso silêncio em sua alma.            Subia ele para Jerusalém. Caminhava solenemente para o momento maior que o havia trazido ao mundo. Passos dolosos. Derepente se volta, olha para trás, enxerga seus discípulos. Quis compartilhar a sua dor. Pensava que teria  a comoção dos seus seguidores. Explica-lhes com detalhes a situação. Conta até mesmo seu triunfo: ressuscitaria.            Mas, ao invés de expressão de dor nos rostos, contempla apenas indiferença. Não, aquele momento seria só seu mesmo. Ninguém iria estar com ele. O pastor seria ferido e as ovelhas se dispersariam.            De repente uma mulher se aproxima do Senhor. Ele a reconhece. Era a mãe de dois dos seus discípulos: João e Tiago, aliás, dois destacados discípulos que tinham o apreço do Mestre.            Ela interrompe a dramática narrativa de Cristo sobre sua paixão, morte e ressurreição e lhe faz um pedido: “...Dize que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu Reino”. Era uma mãe preocupada. Tinha ela todas as razões para pedir isso a Jesus, pois como mãe acompanhava a renúncia dos filhos, excelentes profissionais da pesca, para seguir o Mestre, então, nada mais justo do que terem a primazia no futuro reino de Cristo.            O pedido até que foi justo, mas foi feito fora de hora. Não era um momento propício para um pedido como esse, afinal, Jesus estava falando de sua dolorosa morte, enquanto ela e seus filhos já se ocupavam de uma eventual posição no Reino de Deus.             Estavam pouco preocupados com a cruz, com a morte, nem coma ressurreição de Jesus, que sem dúvidas, seriam as molas mestras do cristianismo. Eles não pensavam em Cruz, pensavam em posição, pensavam nas vantagens que poderiam ter, pensavam nas celebridades que se tornariam com o futuro reino de Israel, capitaneado pôr Jesus.            Penso neles como penso em muita gente hoje. Tem pouca ou nenhuma intimidade com a cruz. Pensam no evangelho como um meio e não como um fim. Pensam num Cristo que lhe traga vantagens, prosperidade, glória, fama e ufania. Esse é o evangelho atual que muitos vivem.            O que mais dói, é que isso vem de gente que deveria entender de cruz e não disso. Gente que está na dianteira, na vanguarda.            Não é à toa que o próprio Senhor Jesus, ao chamar João e Tiago para integrarem o colégio apostólico, lhes deu um nome, que soava como um apelido até: Boanerges, que significa: Filhos do Trovão (Mc3:17). No mínimo, eram barulhentos e queriam sempre a dianteira em tudo. Talvez pensassem que com Jesus se ganhava no grito. Enganaram-se redondamente.             A maior prova, foi no episódio dos moradores da aldeia samaritana que não receberam a Jesus. O mestre ouviu de João um palpite no mínimo inusitado: “...Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?” (Luc.9:54). Invocaram a Bíblia e sua suposta superioridade no Reino para amaldiçoar pessoas.            Sinceramente, estou farto de gente desse tipo. Arrogantes espirituais que se sentem intocáveis. A qualquer infortúnio invocam a Deus para amaldiçoar quem se levante contra “seu ministério”. Para eles, Deus é nada mais nada menos que seus patuás e amuletos para defende-los de opostos. Citam desenfreadamente como se fosse um veredicto final: “não toqueis nos meus ungidos”. Esquecem-se que os ungidos para serem ungidos, tem que no mínimo ter a unção do Espirito de Deus, e não uma massagem pastoral nas suas cabeças. Sei que vou chocar, mas fazer o que. É a realidade atual. Para essa gente, vale o que Jesus respondeu para os filhos do trovão: “...Vós não sabeis de que espirito sois”. 

A BUSCA PELA CELEBRIDADE

            Só pode mesmo ser os momentos finais que a igreja de Cristo está vivendo. Parece que buscar a fama a qualquer preço não foi só coisa da “Darlene”  não. (Uma personagem inescrupulosa de uma novela global que buscava a fama de qualquer maneira). Isso é real entre nós.Posso parecer amargo e pesado, mas é real. Olhe para o púlpito de sua igreja. Veja quantas pessoas passam por lá cantando e depois correm na porta do templo para vender seu CD. É bem verdade que existe gente séria que só quer adorar a Deus, mas a maioria só quer vantagens que a Cruz de Cristo oferece, mas se esquecem que Jesus disse que temos que levar nossa cruz também. E levar a cruz exige renúncia.Dias desses recebi um telefonema de um moço se dizendo líder de jovens de sua igreja, me perguntando se tinha agenda para pregar em sua festa. Disse que sim, e a partir daí, fui bombardeado pôr inúmeras perguntas com respeito a mim e meu ministério. Até ai tudo bem, afinal, quem não é conhecido (ou celebridade), precisa de certas formalidades. Mas o que me doeu, foi uma pergunta que ele me fez: “Pastor, você já pregou alguma vez na festa dos Gideões? (uma mega festa de missões que acontece no sul do país)”. Eu disse que não tive esse privilégio ainda.Ele então me disse que seria complicado então me indicar para seu pastor, pois não tinha ainda pregado lá. Eu argumentei dizendo que tenho um ministério já de 15 anos, mesmo tendo só 35 anos de idade, dei a ele o telefone do meu pastor, da minha igreja, para qualquer recomendação, mas não teve jeito, eu nunca tinha pregado nos Gideões.Desliguei o telefone perplexo. Nunca imaginei que um pregador da Palavra fosse medido por ter acrescido em seu currículo uma ministração em determinado lugar. Pensava que o diferencial fosse a unção do Espirito, milagres, conversões de almas, pois isso eu tinha, mas mudou muito hoje. Fazer o que... Tenho que tocar a vida.Querido e amado irmão, entenda que o importante para o Senhor Jesus não é a fama ou engrandecimento de nomes humanos. Para Jesus, o que vale é o reconhecimento de seu senhorio que vem pela cruz e o Calvário. O resto se dilui no seu Reino. Não faça como os filhos do trovão, que queriam a primazia no reino e não queriam ouvir e nem discutir o caminho da cruz que Jesus como bom soldado aceitou. A estrela é Ele. A glória é Dele, somente Dele. O resto é resto.    

CONVENCIDO OU CONVERTIDO?

j.mauricio — 23-12-2009 GTM 1 @ 00:07
CONVERTIDO OU CONVENCIDO?
O assunto que mais me intriga hoje no cenário evangélico está relacionado às personalidades do meio artístico, que se dizem evangélicos, e que freqüentemente estão envolvidos em praticas contrarias a declaração de fé evangélica. Podemos citar pessoas como o jogador de futebol Marcelinho Carioca, que até gravou um Cd de musica Gospel, mas que nos gramados é um exemplo de mau caráter. Monique Evans, Gretchem, Leila Lopes, seguem na lista destes pseudoevangélicos, que envergonham a fé cristã, pregando um evangelho rasteiro e descomprometido, no qual pode se fazer o que quiser em nome de Jesus, até mesmo apresentar um programa erótico, ou figurar as paginas de revistas masculinas sendo considerada a mulher mais “Sexy” do BrasilA cantora Baby do Brasil é outra freqüentadora de uma comunidade; recentemente no programa do Jô, ela deu um show patético, ao falar das suas convicções de fé cristã, ao ponto ser comparada (por um escritor que seria o próximo entrevistado) com uma pomba-gira. A música cantada por Baby do Brasil em seu estribilho diz: convertido ou convencido, convertido ou invertido? Esta é a minha pergunta; estas pessoas estão convertidas ou convencidas? Eu não sou “quadrado”, muito menos “careta”, acho que artista, jogador de futebol, cantores e apresentadores, ao se converterem devem continuar trabalhando e fazendo aquilo que sabem fazer, mas no entanto tem que haver mudanças em suas vidas.Conversão significa mudança.Conversão implica em renuncia.A Bíblia Sagrada, fala em novo nascimento, vida nova, morte do velho homem. Você pode dizer: “- Ah! Pastor você está julgando estas pessoas”. Não! Profeta não é aquele que somente anuncia; profeta também denuncia. E eu estou denunciando estes exageros enormes, e esse evangelho descomprometido, onde as pessoas vêm para a igreja, e passam a ter somente uma religião, e nada mais do que isto, porque não houve genuína conversão. Se continuar assim logo estaremos sendo um protótipo de uma igreja na qual os seus princípios se tornaram obsoletos.Não se enganem vocês! Evangelho é liberdade, é alegria, é paz; mas, evangelho é responsabilidade. Sem santificação ninguém verá o Senhor Hb 12:14. Ninguém será uma nova criatura se não passar pelo novo nascimento; se não abandonarem as praticas pecaminosas.Não precisamos de personalidades em nossas igrejas. Precisamos sim de pessoas convertidas, comprometidas com o evangelho; e pessoas que possam anunciar as boas novas, principalmente através do testemunho de suas vidas. A igreja evangélica não é uma vitrine, para ser enfeitada por gente famosa. A igreja evangélica é constituída por pessoas que se proponham a ser um referencial do evangelho de Cristo para este mundo. A mensagem de Cristo desafia as pessoas a mudarem de vida e não somente trocarem de religião.A mensagem do evangelho é desafiadora e transformadora e, é a única mensagem que chama as pessoas ao arrependimento. Arrependimento não é remorso, é mudança de atitude. O evangelho de Cristo é demonstrado a este mundo através daquilo que Cristo produz em nossas vidas. Deus não é cirurgião plástico, ele não faz retoques em nossa vida. Ele faz tudo novo. Não dá para servir a Deus, e paralelamente servir de símbolo sexual para aflorar as fantasias sexuais de inúmeras pessoas. Que a misericórdia de Deus possa ser manifesta, e que o Espírito Santo possa convencer muitas mais pessoas, da justiça do juízo e do pecado.Continuemos orando para que Deus salve muita gente famosa e faça deles verdadeira luz, num mundo de trevas; mas que Deus também possa salvar muitos pais de famílias, donas de casa, jovens que não tem expressão neste mundo, mas que são almas clamando por amor e compaixão.Que possamos estar comprometidos com o evangelho de Cristo a ponto de a nossa vida despertar um interesse de mudança por parte destes que sofrem. Que sejamos realmente pessoas convertidas, para que muitos possam ser convencidos pelo o Espírito Santo a mudarem de vida e se converterem.

avivamento já

j.mauricio — 26-11-2009 GTM 1 @ 21:15

A vida da igreja no Novo Testamento foi marcada por uma dinâmica e compromisso que não vemos hoje em dia. Presenciamos gelo seco nos cultos, lutas de várias formas para atrair jovens em ringues dentro de igrejas, conversões espúrias que desonram a Cristo, oferecimento de libertações e vitórias que a Palavra não ensina. Tudo isso tem, mas não tem Jesus Cristo com seu poder para salvar o homem do pecado. Tem circo, mas não tem alegria no Espírito. Tem dança profética, mas não profecia. Tem atos proféticos, mas não profeta. Somente uma entrega absoluta de nós mesmos nas mãos do Espírito Santo poderá inverter o atual quadro da igreja. Cada vez que uma atrocidade é cometida por um neopetencostal, as igrejas históricas se fecham para tudo o que não podem definir. Colocam tudo o que Deus pode fazer dentro de uma camisa de força. Saiu disso, nada vale. Precisamos ver e entender que as atrocidades impetradas por pseudo-pastores desajustados emocionalmente e totalmente ignorantes da Palavra não são nossos balizadores, mas a Sua Palavra e aquilo que o Senhor vem operando na história. Precisamos de um avivamento. Precisamos de um soprar do Espírito Santo no meio da igreja do Senhor para que as cinzas sejam varridas para longe do salvos. Deus sempre, em momentos específicos, despertou sua igreja e a obra foi feita rapidamente. Em tempos específicos Deus sopra com seu Espírito e a igreja acorda, confessa pecados, multiplica-se em evangelismo e missões e sua presença se faz sentir de modo benfazejo. Tanto tradicionais como pentecostais admitem e aceitam que a igreja deve viver na dinâmica do Espírito Santo. Tanto pastores de igrejas históricas e de igrejas renovadas sabem que sem o agir do Espírito Santo tudo fica mecânico, difícil e sem brilho. Vejamos algumas considerações porque precisamos de um reavivamento.

1 – PORQUE A IGREJA PERDEU O FERVOR MISSIONÁRIO.

Cada ano que passa menos missionários são enviados para fora de nossas fronteiras e isso não mais nos incomoda. Cidades e regiões inteiras dentro de nossos estados e no mundo estão sem contato com o evangelho de Cristo. A igreja sofre de uma disfunção que poderíamos classificar de autofagia. Tem se alimentado de si mesma e está perdendo sua eficácia rapidamente. Já não consegue olhar para fora de si e ver que a seara está branca para ceifa. Somente trabalha para resolver seus problemas e isso tem satisfeito seus desejos. Já não se apresenta como a resposta para a perene pergunta de Deus: "Quem há de ir por nós?". O eis me aqui envia-me a mim é desconhecido de toda uma geração que cresce sem saber o que isso significa. Esta geração é autofágica. Devora-se a si mesma. Essa geração só pensa em dançar profeticamente, fazer atos proféticos, cura interior, batalha espiritual e em determinar as bênçãos de Deus. Esqueceu de levantar sua cabeça e ver que o mundo está indo de mal a pior. A resposta para as angústias e tragédias causadas pelo pecado está em Cristo e se Ele não for levado para cada ser humano, eles morrerão em seus pecados. A igreja não foi chamada para olhar para dentro de si mesma. Não foi chamada para se alimentar de si mesma. Israel foi chamado para fazer brilhar a luz de Deus. Israel deveria atrair as nações para Deus. Fracassou. A igreja foi chamada para ser a luz do mundo. Só que agora não deveria atrair, mas levar esta luz a todas as nações. Foi chamada para ser luz do mundo e uma luz acesa não se coloca debaixo de uma mesa, mas em cima para iluminar. No século XIX Deus enviou reavivamento no qual milhares de missionários foram enviados por todo o mundo. Poderia citar alguns: Jonatas Goforth (1859-1936) presbiteriano cheio do Espírito Santo trabalhou na China. Oswald Chambers (1874-1917) Batista cheio do Espírito Santo trabalhou no Japão e Egito. John Ryde (1865-1912) presbiteriano cheio do Espírito Santo trabalhou na Índia. Poderia discorrer sobre dezenas de outros, mas estes servem com bons exemplos. Sempre que o Espírito Santo sopra de forma peculiar a igreja sai de suas fronteiras e vê o mundo como seu campo de trabalho.

2 – PORQUE OS PÚLPITOS ESTÃO VAZIOS DA PALAVRA.


Precisamos de um avivamento porque os púlpitos estão vazios da Palavra. Hoje quase que exclusivamente só escutamos mensagens de auto-ajuda. Pregações sem o mínimo de conteúdo bíblico, mas que atendem as necessidades de um mercado ávido e consumidor de novidades como os atenienses nos dias de Paulo. Este tipo de pregação preenche o vazio gerado pelo pós-modernismo, onde os valores absolutos foram explodidos e a relativização tomou o centro. Não se prega Jesus e a cruz, mas prega-se sobre Jesus e a cruz. A verdadeira pregação não consiste falar algo sobre Jesus ou a cruz, mas falar incisivamente sobre Jesus e sua obra na cruz. Daí termos um contingente de cristãos ocos, light, vazios de tudo aquilo pode ser estrutura para enfrentar os embates da vida. Cristãos totalmente alienados da vida. Não se pratica mais o sermão expositivo. Os pastores têm medo de se defrontar com todo um livro da Bíblia. Sabem que terão dificuldades em explicar algumas passagens que são contra aquilo que vêem pregando há anos. Com isso a prática de um bom preparo para o sermão foi esquecida. Muitos pastores abrem a Bíblia na hora da pregação e pregam de qualquer jeito. Muitos criticam um bom preparo do sermão dizendo que a unção do Espírito Santo anula o esforço do preparo. Quero lembrar que a unção do Espírito Santo ajuda, fortalece e favorece aquele que se empenhou em extrair da Palavra aquilo de Deus quis falar. A unção do Espírito vivifica aquilo que foi apreendido e compreendido através de um esforço diligente. O Espírito Santo não abençoe ou vivifica a preguiça, a incompetência e a indolência. Um grande exemplo que temos é o de Jônatas Edwards. É tido como um dos maiores filósofos e teólogos da América do Norte. Viveu um grande avivamento por volta de 1737 e no meio desse avivamento pregava sermões puramente calvinistas. Enquanto vivenciava o avivamento nutria o povo com bons sermões fundamentados em princípios sadios, históricos e bíblicos. Não via incompatibilidade entre teologia, doutrina e unção do Espírito Santo.

Hoje em dia os “pseudos-apóstolos” pregam muito no Antigo Testamento e como são castrados mentalmente espiritualizam tudo e tentam aplicar para hoje. Forçam o texto a dizer aquilo que ele não diz e afirmam ser mensagem ungida para igreja. O povo de Deus está morrendo de anemia por falta de alimento sadio. Paulo queria todo homem maduro em Cristo. Os dons ministeriais na igreja foram dados para que todo cristão possa desenvolver seu ministério. Paulo aconselha Timóteo a pregar sobre todo conselho de Deus. Precisamos de um reavivamento para que os púlpitos voltem a florescer com e pela Palavra de Deus.

3 – PORQUE AS REUNIÕES DE ORAÇÃO ESTÃO VAZIAS.


O profeta Joel fez um alerta a Israel que vale para nossos dias. Falava do dia do Senhor e candentemente apelava ao povo para rasgarem seus corações e não suas vestes e disse mais: “tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembléia solene. Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai as crianças, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?”.

Muitos acham que orar é somente pedir, reclamar, importunar Deus com nossos pedidos. Orar também é pedir, buscar e interceder, mas, além disso, é muito mais. Para mim orar é buscar intimidade com Deus. É se achegar ao Pai e aprender dele no sossego do nosso lugar secreto. Quem ama busca a companhia do amado. Temos um texto no sermão da montanha que me é muito especial. Está em Mateus 6:6 “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. A construção no grego é fantástica. Ela diz assim: “Mas tu, quando orares, entra em teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto;e teu Pai, que já está lá te esperando, te recompensará publicamente”. A idéia é que Deus já está nos esperando para aqueles momentos de comunhão, intimidade e relacionamento. Conta-se de G. Campbell Morgan, ministro inglês, esperava um pastor de outro país. Morgam disse à sua governanta para interrompê-lo quando o visitante chegasse. Ele entrou em seu escritório para orar às 7:00h e quando foi às 10:00h chegou o visitante. Sua governanta foi ao escritório chamá-lo, mas antes resolveu olhar pela fechadura para ver o que sucedia. O Dr. Morgan terminou de orar às 14:00 h e saindo do seu escritório perguntou sobre o visitante. Soube que ele já havia almoçado e o aguardava na sala. Irritado indagou porque não havia sido chamado na hora que o visitante chegara. A governanta lhe disse: às 10:00 h ele chegou. Fui avisá-lo, mas quando vi o Sr ajoelhado orando e seu rosto brilhando, não pude interrompê-lo. Sua comunhão com Deus era demais para ser interrompida. Falei com o visitante e ele compreendeu perfeitamente.

Quando entramos em comunhão com Deus parece que o tempo deixa de ser contado. Não percebemos que oramos tantas horas. A igreja não sabe o que é buscar Deus somente pelo prazer de ter comunhão com ele. Aprendeu que orar é somente pedir. Precisamos de um avivamento para que nosso povo volte a orar. Volte a clamar por um mundo perdido. Para que nosso povo e ministros do altar chorem por uma visitação do Senhor. Os tempos são maus. As angústias aumentam. Sem oração tudo fica mais difícil.

A história mostra que antes dos avivamentos acontecidos houve um movimento de oração por parte da igreja. As vezes meses ou anos de oração antecederam os avivamentos. Mas quando chegou regiões e países inteiros foram despertados. Conversões verdadeiras aconteceram aos milhares. Igrejas foram cheias rapidamente por pessoas desejosas de um encontro com Cristo. Hábitos foram mudados e o temor do Senhor estava em toda parte. Os cultos duravam 4, 6 ou 8 horas ininterruptas.

4 – PORQUE MUITAS CONVERSÕES SE MOSTRAM ESPÚRIAS.

No Brasil têm acontecido conversões de pessoas famosas. Deus salva em qualquer esfera social. Louvamos a Deus pelas conversões verdadeiras. Mas algumas personalidades quando entram para igreja logo são jogadas na arena gospel e viram espetáculos. Sem nenhuma base doutrinária são consagradas pastores, como o caso do cantor Lázaro. Isso que fizeram com este cantor foi covardia. Mas algumas estrelas da mídia ao se converterem não demonstram mudança de vida. Descaradamente se dizem evangélicas e continuam sem mostrar arrependimento. Quando falam de seus passados não se envergonham de nada. Uma ex-atriz pornô que se diz convertida, disse não se envergonhar de seus filmes pornográficos. Outra manteve um caso com um presidiário do antigo Carandiru, tendo filhos com ele e dizendo-se cristã. Outra se deixou fotografar para revista masculina e quando foi interpelada sobre este novo trabalho fotográfico, pois era evangélica, disse que quem não quisesse ver estrelas que não olhasse para o céu.


Um evangelho desprovido de arrependimento e da cruz não poder gerar conversões genuínas. Um evangelho onde Cristo não é o Senhor só pode gerar conversões espúrias e difamatórias. Muitos confundem freqüentar igreja com conversão. As igrejas estão cheias de pessoas que irão para a perdição eterna. Mas os líderes querem seus ambientes lotados, seus gazofilácios cheios e muito movimento. Não mais importam se seus ouvintes são salvos ou não.

Precisamos de reavivamento para que as conversões se tornem em testemunhos brilhantes de mudanças de vidas. Conversões que apontem para suficiente graça de Deus. Conversões que honrem Jesus Cristo como Senhor de suas vidas.

5 – PORQUE A IGREJA FOI TRANSFORMADA EM MERCADO GOSPEL.

Querem transformar a igreja e um grande mercado. Criaram ou adaptaram o termo gospel para segmentar os evangélicos. Tudo hoje é gospel. Nunca houve na história da igreja tamanha banalização do sagrado como agora. Temos espaços gospel nas igrejas para vendas de produtos. Já não incomoda mais o lugar de culto também ser lugar de comércio. A ganância venceu o temor e a reverência. Cantores gospel dão shows. Agem como se fossem artistas mundanos. Cobram valores astronômicos para se apresentarem como se fossem especiais demais. Ficam milionários usando descabidamente o nome de Deus, cantando aquilo que deveria ser louvor a Deus. São nojentos e intragáveis a maioria desses cantores gospel. Suas músicas são afronta à glória de Deus. . As letras são ordinárias e ridículas. Ouvir causa náuseas em qualquer um. Suas posturas envergonham tudo o que é sagrado. Fico pensando: 1 – a vida que possuem vem de Deus. 2 – os talentos que apresentam vêem de Deus. 3 – as oportunidades são de Deus. 4 – os temas que abordam falam sobre Deus. No entanto, vendem tudo isso como se fosse deles. Barganham com tudo aquilo que receberam de Deus para seus próprios benefícios. Enriquecem-se rapidamente com aquilo que não lhes pertence e no final dizem que o Senhor os levantou como geração profética de adoradores. Que fazem tudo para glória de Deus. Precisamos de avivamento para que os pecados sejam confessados e abandonados no meio evangélico. Que a glória que pertence a Deus seja tributada somente a Ele. O que importa que Ele cresça e que eu diminua.


Há uma canção evangélica chamada Meu Tributo. Ela diz mais ou menos assim: “e se surgir um louvor ao Calvário seja sim”. Que verdade maravilhosa! Pena que foi esquecida. Para os cantores gospel os louvores surgem e eles ficam com ele, não os levam para o Calvário. O exemplo mais irritante disso é o chamado troféu talento. Essa idéia é mundana, perversa e nociva à igreja. Os agraciados recebem suas premiações, aplausos, louvores. Vivem seus 5 minutos de astros e com a maior “humildade” dizem que a glória é de Deus. Se a glória fosse para Deus nunca iriam lá receber troféu nenhum. Fico imaginando um troféu talento para pregadores do Novo Testamento. Apóstolo Paulo, destaque entre os apóstolos. Pedro, revelação na evangelização entre os judeus. Timóteo, jovem revelação como pastor. Revelação Dupla missionária, Paulo e Silas. Ridículo isso. Ainda bem que é só imaginação.

Hoje promovem turismo em grandes navios para evangélicos. Roupas para evangélicos. Água evangélica e essa onda não tem mais onde parar. Precisamos de reavivamento para a igreja deixar de ser mercado e voltar a ser corpo. Avivamento para que haja repulsa contra essa mundanização crescente no meio evangélico.

Tenho orado para chegue o avivamento. Para que o Senhor torne a visitar sua igreja e a faça acordar de seu sono letárgico. Oro para que as lideranças se conscientizem que não são donos das igrejas, mas pastores, servos e modelos para os cristãos.

Deus é Senhor de tudo. Com certeza Ele agirá.

Eu ainda anseio ver

j.mauricio — 19-09-2009 GTM 1 @ 03:08



Eu ainda anseio ver uma igreja ortodoxa e piedosa. Uma igreja que tenha palavra e poder, uma igreja que tenha doutrina e vida. Eu ainda anseio ver aqueles que conhecem a verdade sendo transformados por ela a ponto de se tornarem pessoas humildes e não arrogantes. Eu ainda anseio ver uma igreja cujas obras provem a sua fé e cuja fé honre ao seu Senhor. Eu ainda anseio ver uma igreja que pregue com fidelidade, ensine com autoridade e cante louvores a Deus com fervor. Eu anseio ver uma igreja onde Jesus tenha supremacia e as pessoas sejam verdadeiramente amadas.

Eu creio que meus olhos verão ainda essa realidade. A fé vê o invisível. Ela caminha no meio da escuridão das circunstâncias, guiada pela luz da verdade. Os olhos da fé não estão postos na improbabilidade da situação circundante, mas nas promessas fiéis daquele que não pode falhar. Mesmo que os horizontes sejam pardacentos, mesmo que as circunstâncias sejam desfavoráveis, mesmo que a oposição seja sem trégua, eu ainda anseio ver uma igreja onde a doutrina dará as mãos ao fervor, onde a ortodoxia se vestirá com a túnica da santidade, onde a reforma desembocará no reavivamento.

Estou cansado de ver o povo de Deus bandeando ora para um extremo ora para outro. Aqueles que são mais zelosos da doutrina, não raro são os mais apáticos no fervor. Aqueles que mais conhecem menos fazem. Aqueles que têm mais luz muitas vezes são os que têm menos calor. Aqueles que estadeiam sua cultura são os que menos refletem a doçura do Salvador. Ah! Eu ainda anseio ver uma igreja firmada na doutrina dos apóstolos, que ora e cante com entusiasmo. Uma igreja que tenha temor de Deus e alegria do Espírito. Uma igreja que tenha profunda comunhão interna e grande simpatia dos de fora.

Vejo com tristeza aqueles que tolamente abandonam a doutrina para buscar experiências arrebatadoras. Onde falta a semente da Palavra, não se vê o fruto da verdadeira piedade. Não é a experiência que conduz à verdade, mas esta deságua naquela. A vida decorre da doutrina e não esta daquela. Precisamos de uma igreja que seja ortodoxa sem deixar de ser ortoprática. Os que se desviaram da Palavra em busca de experiências, precisam de uma nova reforma e os que se desviaram da piedade e ainda conservam sua ortodoxia precisam de reavivamento.

Eu ainda anseio ver uma igreja doutrinariamente fiel, mas que seja ao mesmo tempo amável e acolhedora aos que se aproximam. Uma igreja que ensine doutrina com zelo, mas que adore a Deus com fervor. Uma igreja que prega a verdade, mas vive em amor. Uma igreja onde a proclamação não está na contramão da comunhão.

Eu ainda anseio ver uma igreja que seja fonte para os sedentos, oásis para os cansados, refúgio para os aflitos, lugar de vida para os que cambaleiam na região da sombra da morte. Eu anseio ver uma igreja que viva para a glória de Deus, que honre o seu Salvador, que seja cheia do Espírito Santo, que adore a Deus com entusiasmo, que pregue sua Palavra com fidelidade e acolha as pessoas com efusiva alegria e redobrado amor. Que o meu e o seu anseio se tornem motivo das nossas orações até que vejamos cair sobre nós essa bendita chuva da restauração espiritual.

Boaz coluna da casa de Deus

j.mauricio — 19-09-2009 GTM 1 @ 02:49


1 Reis 7:21-22 Depois, levantou as colunas no pórtico do templo; tendo levantado a coluna direita, chamou-lhe Jaquim; e, tendo levantado a coluna esquerda, chamou-lhe Boaz. No alto das colunas, estava a obra de lírios. E, assim, se acabou a obra das colunas.

Jaquim  “Ele Estabelece”
Boaz  “Força, Firmeza”
Juntos, estes dois nomes significam: “Deus dá a Força”

1º - AS COLUNAS ESTAVAM NO PÓRTICO DO TEMPLO
As colunas que Deus exalta na Sua Casa são feitas de “cobre brunido” ou bronze, como conhecemos, ao contrário das demais que eram feitas de pedra. Elas brilhavam, mas não possuíam luz própria, apenas refletiam a luz solar, pois estavam na frente do Templo.
O crente deve ser assim: estar na frente da obra, mas precisa ser feito de bronze, ou seja, um material que só era permitido o manuseio, depois de derretido na fornalha. (provação) As pedras eram moldadas na martelada. (Existem crentes assim!). O crente também precisa refletir a glória de Deus, e não almejar a sua própria glória.

2º - A PRIMEIRA COLUNA: ESTABELECE!
Deus é quem estabelece o homem no ministério e na Obra. Não adianta a pessoa querer ser o que não pode ser. Se Deus é quem estabelece, ele também dá a força (2ª coluna). Quando nós mesmos nos estabelecemos perecemos, porque não encontramos a bênção de Deus sobre nossas vidas.

3º - A SEGUNDA COLUNA: FORÇA
Para ser coluna precisa ser estabelecido por Deus, mas isso não significa que tudo esteja confirmado, não! Quando Satanail (Satanás) era querubim da guarda, ele foi estabelecido, mas caiu. O que lhe faltava? A segunda coluna: a força! O Senhor afirma em Efésios 6:10 “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”. Precisamos do poder de Deus, mas necessitamos da força Dele também.

4º - BOAZ – UMA COLUNA NA CASA DE DEUS!
Um homem que agiu certo. Pela lei, outro homem (um parente mais velho do que ele) deveria ser o remidor ou resgatador de Rute, mas ela pediu à Boaz. Boaz seguiu a lei, procurando o remidor e lhe dando o direito de compra de todas as terras que eram herança de Rute e ainda de casar com ela, mas este não quis, deixando com que ele fizesse o resgate.
Boaz NÃO TOCOU EM RUTE antes de casar com ela, por isso quando casou DEUS ABENÇOOU e deu-lhes um filho chamado Obede, que foi pai de Jessé, pai de Davi.
Salomão, filho de Davi, quando edificou o templo, colocou, na coluna esquerda, por ser esta a primeira a receber a luz do sol, quando nascia o dia e – consequentemente – a primeira a brilhar! Sobre as colunas, Salomão mandou esculpir dois lírios, para adorná-las. O lírio é um dos simbolismos do povo de Israel, da igreja. Seja uma coluna que sustente a igreja!
DEUS QUER FAZER ISSO CONTIGO! Quer te usar na Sua Igreja, como uma coluna, e colocá-lo em um lugar onde vc brilhe primeiro.

Perdão a faxina da alma

j.mauricio — 19-09-2009 GTM 1 @ 02:40
O perdão é a cura das memórias, a assepsia do coração, a faxina da alma. O perdão é uma necessidade vital e uma condição indispensável para termos uma vida em paz com Deus, com nós mesmos e com o próximo. Uma vez que somos falhos e pecadores, estamos sujeitos a erros. Por essa razão, temos motivos de queixas uns contra os outros. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.

É impossível termos uma vida cristã saudável sem o exercício do perdão. Quem não perdoa não pode adorar a Deus nem mesmo trazer sua oferta ao altar. Quem não perdoa tem suas orações interrompidas e nem mesmo pode receber o perdão de Deus. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Quem não perdoa é entregue aos verdugos da consciência. O perdão, portanto, não é uma opção para o crente, mas uma necessidade imperativa.

O perdão é uma questão de bom senso. Quando nutrimos mágoa no coração, tornamo-nos escravos do ressentimento. A amargura alastra em nós suas raízes e produz dois frutos malditos: a perturbação e a contaminação. Uma pessoa magoada vive perturbada e ainda contamina as pessoas à sua volta. Quando guardamos algum ranço no coração e nutrimos mágoa por alguém, acabamos convivendo com essa pessoa de forma ininterrupta. Se vamos descansar, essa pessoa torna-se o nosso pesadelo. Se vamos nos assentar para tomar uma refeição, essa pessoa tira o nosso apetite. Se nosso propósito é sair de férias com a família, essa pessoa pega carona conosco e estraga as nossas férias. Por essa razão, perdoar não é apenas uma questão imperativa, mas, também, uma atitude de bom senso. O perdão alivia a bagagem, tira o fardo das costas e terapeutiza a alma.

Mas, o que é perdão? Perdão é alforriar o ofensor. Perdoar é não cobrar nem revidar a ofensa recebida. O perdão não exige justiça; exerce misericórdia. O perdão não faz registro das mágoas. Perdoar é lembrar sem sentir dor.

Até quando devemos perdoar? A Bíblia nos diz que devemos perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. Devemos perdoar de forma ilimitada e incondicional. Devemos perdoar não apenas até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

Por que devemos perdoar? Porque fomos perdoados por Deus. Os perdoados precisam ser perdoadores. No céu só entra aqueles que foram perdoados; e se não perdoarmos, não poderemos ser perdoados. Logo, todo crente em Cristo precisa praticar o perdão.

Quem deve tomar iniciativa no ato do perdão? Jesus disse que se nos lembrarmos que nosso irmão tem alguma coisa contra nós, devemos ir a ele. Não importa se somos o ofensor ou o ofendido. Sempre devemos tomar a iniciativa, e isso com humildade e espírito de mansidão. Precisamos entender que o tempo nem o silêncio são evidências de perdão. É preciso o confronto em amor. Há muitas pessoas doentes emocionalmente porque não liberam perdão. Há muitas pessoas fracas espiritualmente porque não têm a humildade de pedir e conceder perdão. Precisamos quebrar esses grilhões, a fim de vivermos a plenitude da liberdade cristã.

O perdão é a manifestação da graça de Deus em nós. Se nos afastarmos de Deus, nosso coração torna-se insensível. Porém, se nos aproximarmos de Deus, ele mesmo nos move e nos capacita a perdoar assim como ele em Cristo nos perdoou.